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COMO PARTICIPAR, EIS A QUESTÃO

01/01/2015

NÃO HÁ VOLTA: as redes sociais vieram para ficar. Seja qual for o nome ou formato, não há dúvidas de que elas derrubaram as mais distantes fronteiras. No mundo corporativo, são responsáveis por aproximar empresas e pessoas. Em alguns casos, as redes funcionam como um verdadeiro SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor); em outros, também servem de referência e ponto de partida para quem procura determinado produto ou serviço.

No universo do empreendedorismo, as redes são utilizadas de acordo com o objetivo da empresa. Para algumas, por exemplo, o Facebook pode ser mais eficiente que o Twitter, e vice-versa. Para efetuar o relacionamento e garantir a satisfação do público-alvo via mídias sociais, diversas são as fontes que auxiliam as empresas ao abordar os cuidados necessários, etiqueta sobre o que postar, quando fazê-lo, o que é polêmico, o que é útil, o que traz mais retorno. Mas aqui se trata da página da empresa. E quando o perfil em questão é do próprio presidente? Há regras, ou ainda, é importante que o CEO ou dirigente de uma organização, por exemplo, se faça presente nessas mídias?

DIREÇÃO EM SENTIDOS OPOSTOS

O sócio da Vistage no Brasil, Luiz Paulo Ferrão, observa dois comportamentos distintos, resultantes de uma enquete realizada pela empresa com 160 participantes. “De modo geral, pessoas que estão no topo do negócio evitam de toda forma a exposição exagerada ao público, em especial no ambiente que não é controlado por elas. Elas querem, sim, aparecer, até porque precisam disso, mas em um ambiente controlado. Elas não se entusiasmam muito com a questão das redes, porque tudo fica ´aberto´.” Por outro lado, não estar presente pode ser uma postura um tanto arriscada. “As redes sociais estão aí, e quem não está presente fica de fora. O ideal é as pessoas participarem, mas com extremo cuidado”, sugere Ferrão. Ele conta que, no caso de presidentes, CEOs e demais executivos renomados nas empresas costumam atuar de forma predominante no Linkedin, rede que nasceu com foco mais profissional. “A participação dessas pessoas no Facebook, por exemplo, já é bem mais limitada.” Ainda assim ela acontece, porém com acesso controlado e para fins pessoais, como mensagens destinadas a familiares ou amigos que estão distantes, limitando quem faz parte da rede de relacionamento. A geração mais conectada ainda está galgando seu caminho até os postos mais altos da liderança, mas já leva consigo o hábito das redes sociais. Para Luiz Paulo Ferrão, a participação dos principais líderes empreendedores será crescente, mas sempre acompanhados de muito cuidado. “As pessoas já tiveram surpresas, nem sempre boas, com a exposição; as relações ficam expostas. Acredito que elas serão sempre cuidadosas, e isso não vale somente para os dirigentes. Mesmo a geração que já nasceu com isso está vendo as vantagens, mas que também há riscos envolvidos.”

Fonte: Revista Bens & Serviços - Setembro/2013

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