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TRANSTORNO MENTAL GERA PREJUÍZOS A EMPRESAS

01/01/2015

Em algumas regiões mais desenvolvidas do País, como no Sul e Sudeste, os casos de transtornos mentais são ainda mais altos, alerta o psiquiatra clínico e forense e médico do trabalho Duílio Antero de Camargo. Isso acontece porque nessas localidades o nível de serviços intelectualizados tende a ser mais alto, o que naturalmente gera um maior desgaste mental. "Temos praticamente uma epidemia no Brasil", comenta o especialista, que também é presidente da Comissão Técnica de Saúde Mental e Trabalho da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt).

Entre os principais sintomas dos transtornos mentais no trabalho estão a queda da produtividade e uma maior dificuldade para desempenhar tarefas rotineiras, além de tristeza e apatia. O caminho para vencer essa realidade é grande, já que apenas agora as empresas começam a ter mais entendimento da relação entre o ambiente de trabalho e esses transtornos. A exceção costuma ser as grandes companhias, que possuem serviços de medicina do trabalho e já realizam algumas ações de prevenção também relacionadas aos transtornos mentais.

Dentro dessa nova categoria, Camargo destaca a depressão como um dos problemas mais comuns. "Apesar de essa doença normalmente ser multicausal, o ambiente de trabalho gera situações que fazem com que as pessoas mais predispostas acabem desenvolvendo", diz.

Dados da Stress Management Association (Isma-Brasil) apontam que 42% dos profissionais brasileiros vivenciarão algum episódio de depressão durante sua vida profissional, sendo que em 10% são recorrentes. "Os casos aumentam e a projeção já de que a depressão será a doença que mais causará danos nessa década", destaca a presidente da entidade no País, Ana Maria Rossi.
Ana Maria, que também é representante brasileira da Divisão de Saúde Ocupacional da Associação Mundial de Psiquiatria, destaca a falta de tempo que os indivíduos enfrentam em suas vidas, em função das longas jornadas e também do excesso de tarefas. "Se olharmos atentamente, veremos que quem realmente trabalha oito horas no Brasil são os funcionários públicos e trabalhadores braçais", comenta. A maior parte dos profissionais, segundo ela, se dedica de 10 a 13 horas ao trabalho, mesmo que não precisem. "Se os colegas ficam, as pessoas se sentem intimidadas a fazer o mesmo por temerem ser consideradas pessoas que não vestem a camiseta", acrescenta. A consequência desses excessos é uma maior vulnerabilidade a adoecer e a ter lesões no trabalho.

 

Fonte: Jornal do Comércio / Patrícia Knebel – 22/06/11

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