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CRESCE CONCORRÊNCIA ENTRE MAIS ESCOLARIZADOS

01/01/2015

Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em Porto Alegre aponta que o índice de desemprego de quem tem Ensino Fundamental incompleto é menor (24%) do que aqueles com Médio incompleto (30%) ou completo (39,2%).

Uma justificativa para a sobra de oportunidades a quem tem pouca instrução é o fato de o grau de escolaridade ter crescido muito na última década: o índice de analfabetos ou com Fundamental incompleto caiu de 39,9%, em 2000, para 23,4%, em 2010, enquanto o número de pessoas com Ensino Médio completo ou Superior incompleto passou de 28,4% para 41,1%.

De acordo com Luciane Beretta, vice-presidente de Marketing da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Estado (ABRH-RS), o aumento de candidatos com ensino escolar finalizado não diminui a oferta, mas amplia a competição, enquanto sobram as vagas mais operacionais e destinadas a quem tem menos tempo de estudo.

Em contrapartida, as empresas também passaram a ser mais rigorosas nas suas exigências. Conforme explica Lourdes Lovison, gerente de projetos da Advis consultoria de Recursos Humanos, as organizações querem que o profissional tenha, pelo menos, o curso superior em andamento.

Nem sempre a empresa pode pagar um profissional formado, então contrata antes de ele concluir o curso e investe em seu aperfeiçoamento – diz Lourdes, salientando que o mercado hoje busca pessoas que combinem qualificação formal (ensino acadêmico), habilidades (o que ela tem mais condições de fazer) e atitude (empolgação ao exercer determinada função).

Investir em qualificação aumenta as chances

Especialistas explicam que atualmente o Ensino Médio no Brasil tem servido apenas como um trampolim para a universidade. Por isso, o indicado para quem faz parte desse grupo de pessoas com dificuldade de inserção é diferenciar-se. E, uma das maneiras mais rápidas e eficientes para se especializar são os cursos técnicos.

Segundo a psicóloga Roberta F. Lopes do Nascimento, coaching e diretora do Núcleo Médico Psicológico Consultoria de RH, investir em qualificação técnica aumenta as chances de conseguir emprego em 48,2%, e os salários ainda podem aumentar em 13%.

 

Fonte: Zero Hora 27/03/2011

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